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A política de Cooperação Portuguesa e de Ajuda Pública ao Desenvolvimento é coordenada, supervisionada e dirigida, desde Janeiro de 2003, pelo Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento, I.P. (IPAD).

O IPAD, I.P. tem por missão propor e executar a política de cooperação portuguesa e coordenar as actividades de cooperação desenvolvidas por outras entidades públicas que participem na sua execução.

A cooperação para o desenvolvimento é uma prioridade da política externa portuguesa, onde pontuam os valores da solidariedade e do respeito pelos direitos humanos.

A coordenação da ajuda pública ao desenvolvimento é realizada por um único organismo, o IPAD, que assegura também a supervisão e a direcção da política de cooperação.

O IPAD, instrumento central da política de cooperação para o desenvolvimento, tem por finalidade, num quadro de unidade da representação do Estado, melhorar a intervenção portuguesa e assegurar-lhe maior relevo na política de cooperação e cumprimento dos compromissos internacionais assumidos pelo Estado Português.

A acção do IPAD tem em vista a promoção do desenvolvimento económico, social e cultural dos países de língua oficial portuguesa, bem como a melhoria das condições de vida das suas populações.

O projecto “Ao Sul…” tem no IPAD um importante co-financiador, que assegura, para o primeiro ano de execução, um valor equivalente a cerca de 52% do seu custo. O restante é assegurado pelo Consórcio estabelecido entre a E&O e a AJPaz, responsáveis por cerca de 14% e pelo Parceiro Local, em Malange, Angola, que assume cerca de 34% do custo total.